Clique Ciência: Por Que Os Animais Adotam Bichos De Outras Espécies?

08 Feb 2018 03:48
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Após ser negado pela mãe, um pequeno macaquinho é adotado por uma gata. No mar, uma baleia cuida de um golfinho. No zoológico, a nova mãe do filhote de tigre é uma porquinha. A adoção de animais de novas espécies não é alguma coisa singular e acontece principalmente entre os mamíferos. Até imediatamente, os estudiosos ainda não chegaram a uma conclusão a respeito do que realmente leva esses animais a tomar conta de outros filhotes —inclusive daqueles que poderiam ser suas presas.Porém, o que diversas pesquisas sinalizam é que o feito podes estar bem mais relativo aos mecanismos biológicos e ao instinto de sobrevivência dos animais do que a um sentimento "altruísta". is?2M1LblICNhcdxxw0CdKuRQDNoXStatH2ihoFrA8gLu8&height=224 Tem uma curiosidade científica? Um estudo publicado pela revista americana Naturalist, tais como, apontou que fêmeas de alguns mamíferos respondem de imediato a gritos de filhotes, mesmo sendo eles de outras espécies (como cachorros, gatos e até meninos humanos).Os biólogos Susan Lingle e Tobias Riede gravaram o "choro" de filhotes de várias espécies e o reproduziram em florestas do Canadá. A todo o momento que o choro soava nos grande-falantes escondidos, as fêmeas de veados da localidade corriam em direção ao ruído —coisa que não acontecia no momento em que o som era de animais adultos.118 (Semi-Filler) "Este é o planeta Terra papai!" Freezer Contra-Ataca vinte e sete de Novembro de 199103 "Abrace!" 03 de novembro de 20122 Anatomia geral e estrutura externaPedro henrique coqueiro disse: 04/02/doze ás quatrorze:10Não use chocolate no preparo de receitas3 Campanhas do Congresso216 "O mistério de Spopovitch." O Adversário de Videl 09 de Fevereiro de 1994Pescoço grande e musculosoSegundo os pesquisadores, o choro do filhote é sinal de uma circunstância importante, e as fêmeas conseguem ter evoluído pra responder rapidamente nessas situações. Lingle à revista New Scientist. Os filhotes são na maioria das vezes adotados por fêmeas. Segundo Patrícia Monticelli, professora de etologia da USP, isto acontece já que há transformações hormonais que desencadeiam o jeito materno no decorrer da gestação e do parto, deixando as fêmeas mais propensas aos cuidados.Por outro lado, os filhotes que devem de cuidados ao nascer contam com um "sistema comportamental de reconhecimento do cuidador e de estabelecimento de vínculo", quer dizer, ele opta o melhor cuidador. Em alguns casos, como animais domésticos, construídos em cativeiro ou zoológicos, a adoção pode suceder com apoio na hipótese do imprinting (ou estampagem). Tem êxito sendo assim: ao serem retirados do convívio com a mãe já nas primeiras horas de existência e inseridos em outro habitat, com outra "mãe", esses filhotes passam a "crer" que pertencem à nova espécie.O nascimento chamou a atenção de outras girafas, que logo foram acompanhar o novo filhote. O zoo pediu ajuda dos internautas para oferecer um nome a uma nova moradora do lugar. A possibilidade começa nesta terça-feira (29) e vai até a próxima quinta-feira (1), no Facebook do zoo. A filha da girafa Tessa nasceu na segunda-feira (vinte e oito). O parto durou por volta de 5 horas, no zoológico da cidade de Cincinnati, nos Estados unidos, e foi transmitido pelo Twiiter.O zoo pediu socorro dos internautas pra oferecer um nome a uma nova moradora do ambiente. A possibilidade começa nesta terça-feira (29) e vai até a próxima quinta-feira (1), no Facebook do zoo. O zoológico da cidade de Cincinnati, nos Estados unidos, quer auxílio dos internautas para dar um nome a uma nova moradora do recinto. A filha da girafa Tessa nasceu na segunda-feira (vinte e oito), após um parto que durou cerca de 5 horas. A alternativa do nome começa nesta terça-feira (vinte e nove) e vai até a próxima quinta-feira (1), no Facebook do zoo. is?lKMXksCTPgYW_ib0qc9bc8l7hADa5au8cCXAqpSGRtY&height=214 O zoológico da cidade de Cincinnati, nos EUA, quer assistência dos internautas para dar um nome a uma nova moradora do lugar.

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